A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de ampliar a proteção da Lei Maria da Penha representa um passo importante no reconhecimento de que a violência contra as mulheres pode acontecer em diferentes espaços e relações sociais.
Para a FASUBRA-Sindical, enfrentar a violência de gênero é parte da luta por uma sociedade verdadeiramente democrática, igualitária e livre de todas as formas de opressão.
No serviço público e nas instituições de ensino, essa luta também se traduz na defesa de ambientes de trabalho onde as mulheres possam exercer suas funções, participar das organizações sindicais, ocupar espaços de decisão e atuar politicamente sem sofrer assédio, ameaças, constrangimentos ou perseguições.
É preciso romper com a naturalização da violência e fortalecer mecanismos de prevenção, acolhimento, denúncia e proteção. A violência de gênero não pode ser tratada como um problema individual: é uma questão social, política e de direitos humanos.
A FASUBRA reafirma seu compromisso com a construção de relações de trabalho baseadas no respeito, na igualdade e na dignidade, fortalecendo a participação das mulheres e combatendo toda forma de violência e discriminação.
Mulheres organizadas transformam a realidade.
FASUBRA na luta por igualdade, respeito, direitos e uma vida sem violência!
Texto e Arte: FASUBRA
