No Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, celebrado em 3 de julho, lembramos um importante marco na luta contra o racismo no Brasil: a sanção da Lei Afonso Arinos (Lei nº 1.390/1951), a primeira legislação brasileira voltada ao combate à discriminação racial. A norma foi criada após a antropóloga, dançarina e ativista norte-americana Katherine Dunham (1909–2006) ser impedida de se hospedar em um hotel de São Paulo, em 1950, em um claro episódio de segregação racial.
Ao longo das décadas, outros avanços legais fortaleceram essa luta, como a Lei Caó (Lei nº 7.716/1989), que tipificou o crime de racismo, e o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010), de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que consolidou direitos e políticas voltadas à promoção da igualdade racial.
Neste dia de reflexão e conscientização, a ASSUFSM reafirma seu compromisso com o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação. Como entidade representativa das trabalhadoras e dos trabalhadores técnico-administrativos em educação, defendemos a valorização da diversidade, o respeito às diferenças e a construção de uma universidade e de uma sociedade mais justas, inclusivas e comprometidas com a promoção da igualdade de direitos para todas as pessoas.
