Desde 26 de fevereiro, as e os Técnico-Administrativos em Educação da UFSM estão em greve, fortalecendo um movimento nacional que cresce em todo o país. Até o momento, já são 41 Instituições Federais de Ensino em greve, ampliando a pressão pelo cumprimento dos compromissos assumidos pelo governo.
A reitoria foi formalmente notificada conforme os prazos legais, e a decisão pela greve foi aprovada em assembleia, integrando o movimento nacional da categoria.
Por que a categoria está em greve?
A paralisação não é apenas por salários, mas pela defesa da educação pública e pelo respeito a direitos já conquistados.
Entre as principais reivindicações estão o cumprimento do Acordo de Greve de 2024, a implementação do RSC para toda a categoria, incluindo aposentados e pensionistas, e a oposição à Reforma Administrativa e ao PL 6170/2025, que representam riscos ao serviço público.
Quem pode participar?
A greve é um direito garantido pela Constituição e pode ser exercida por todos os TAEs, sindicalizados ou não. A filiação, no entanto, fortalece a luta coletiva e a atuação da entidade nas negociações.
Haverá orientação aos trabalhadores(as)?
Sim. O Comando Local de Greve e comissões organizadas irão visitar os setores para orientar a categoria, esclarecer dúvidas e apoiar os(as) trabalhadores(as) em casos de pressão ou assédio.
Como participar?
Participe das atividades do Comando Local de Greve, que se reúne diariamente no lonão da greve, em frente ao INPE.
Mobilização é fundamental
Direitos importantes da categoria foram conquistados por meio da mobilização. A greve é uma ferramenta legítima na defesa dos(as) trabalhadores(as) e da educação pública.
MOBILIZE-SE!


