ASSUFSM ENTREVISTA: Coordenadores Gerais da ASSUFSM avaliam a paralisação do dia 28/03 e o Estado de Greve na UFSM 

Nesta segunda-feira (31), as Coordenadoras Gerais da ASSUFSM, Natália San Martin, Alessandra Alfaro e o Coordenador Geral Ciro Oliveira, fizeram uma análise da Paralisação Nacional na Universidade Federal de Santa Maria, ocorrida no dia 28 de março, e falaram sobre o Estado de Greve na instituição durante o Espaço Sindical, programa de rádio da ASSUFSM destinado aos servidores(as) TAEs da UFSM. 

A entrevista destacou a importância da mobilização dos servidores da UFSM e a adesão à paralisação nacional, que tinha como objetivo o cumprimento integral do acordo de greve. A paralisação foi motivada como forma de protesto pelo cancelamento da reunião, por parte do governo federal, entre o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), Ministério da Educação (MEC) e Entidades Sindicais, reunião essa que ainda não foi remarcada. 

A ação de mobilização no Campus Sede foi realizada por meio de panfletagens em diversos setores da Universidade. A Coordenação Geral da Assufsm avalia que a adesão significativa à paralisação evidencia o compromisso da categoria com os pontos pendentes do acordo de greve, especialmente ao considerar que ainda há várias medidas a serem implementadas (como a inclusão das 30 horas de trabalho, uma reivindicação para garantir maior qualidade de vida para os servidores).

Durante a entrevista também foi abordada a questão do Estado de Greve, aderido pelos(as) servidores(as) TAEs da UFSM na última Assembleia Geral (24/03) e que será iniciado no dia 1º de abril. O Estado de Greve é uma medida que visa alertar o governo de que, caso as pautas que já foram acordadas e assinadas não sejam cumpridas, pode haver a possibilidade de uma nova greve. Este é um tipo de “aviso” de que a categoria está mobilizada e preparada para, se necessário, deflagrar uma nova greve. Esse Estado de Greve ajuda a avançar nas pautas dentro das reuniões com o governo, demonstrando que os servidores(as) estão atentos e prontos para garantir o cumprimento dos acordos firmados, buscando sempre melhorias nas condições de trabalho e no reconhecimento dos direitos do funcionalismo público.

O foco da categoria agora é garantir a aprovação da MP 1286/2024 e que o PL (Projeto de Lei) inclua o RSC no PCCTAE (Plano de Carreira, Cargos e Salários dos TAEs). A categoria está aguardando a próxima plenária nacional para decidir os próximos passos na luta por esses direitos.

A entrevista completa já está disponível em nosso canal do YouTube e você pode acessar clicando aqui.

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