População volta às ruas e reforça os atos do 24J pelo Fora Bolsonaro

O desgaste do presidente Bolsonaro cresce com os desdobramentos de denúncias de corrupção na compra de vacinas investigadas pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) e, principalmente, com a pressão popular nas ruas. Nesta terça-feira (13/07), novas manifestações tomaram as capitais e municípios em todo o país. Os atos foram em defesa da educação, da ciência e da vida, contra a privatização dos Correios, a PEC 32 e pelo Fora Bolsonaro.

A contínua ocupação das ruas pela população já mostra resultados. O 13 de julho contou com a presença das entidades de base da FASUBRA, movimentos sociais e diversas categorias de servidores, entre outros, e foi um esquenta para o dia 24 de julho próximo. Em nota, a Campanha ‘Fora Bolsonaro’ destaca a retomada dos atos de massa no Brasil iniciada em 2020. “São uma emergência necessária, mesmo em meio a pandemia, diante de um governo criminoso que ataca a democracia, a soberania, os direitos e promove a morte e a destruição do país”, diz a nota, que reforça a convocação do #24J.

Além disso, pesquisa Datafolha divulgada no último sábado (10/7), afirma que, pela primeira vez desde abril de 2020, a maioria da população, 54%, é a favor da abertura do processo de impeachment de Bolsonaro. Mais de 100 pedidos de impeachment permanecem parados na Câmara dos Deputados aguardando uma decisão do presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL). As manifestações buscam pressionar Lira para que compra seu dever e abra o processo para retirar o genocida da Presidência da República.

A FASUBRA Sindical incorporou o calendário de lutas das centrais sindicais e do Fonasefe para reforçar a campanha Fora Bolsonaro. Durante a Plenária Nacional realizada no último mês, nos dias 25 e 26 de junho, também foi definido a intensificação de lutas como: contra a destruição dos serviços públicos (PEC 32); em defesa da educação e contra as intervenções, e que o retorno presencial das atividades só se dará com a completa imunização (segunda dose) de toda comunidade universitária, entre outras propostas.

Greve sanitária

As trabalhadoras e trabalhadores técnico-administrativos em educação da UFJF (Juiz de Fora e Governador Valadares) aprovaram nesta terça-feira (13/7) a adesão à greve sanitária orientada pela FASUBRA. A categoria compreendeu que, em defesa da vida e por condições sanitárias de trabalho, neste momento serão suspensos os trabalhos presenciais dos serviços que não são essenciais. Conforme o SINTUFEJUF, a decisão foi tomada após tentativa de diálogo com a administração superior pedindo a suspensão do semestre suplementar até que todos estejam devidamente imunizados.

Veja nota da Campanha Fora Bolsonaro.

Texto e Foto: FASUBRA

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