Na manhã de quarta-feira (15), o Auditório do Gulerpe, no HUSM, foi palco para a Assembleia final de greve, completando 143 dias de luta. A categoria TAE da UFSM realizou análises de greve em relação aos ganhos e o movimento paredista, ao longo desses mais de quarto meses, tendo um saldo positivo de resistência por parte da categoria, com inúmeras atividades, dentre elas, os atos realizados na região Sul, em conjunto com os sindicatos AsufPel, Aptafurg e Assufrgs e severas críticas ao governo, o qual levou muitas semanas para receber e responder aos TAEs.
Informes gerais foram passados também: sobre a assinatura do termo de acordo entre a FASUBRA e governo Federal, que deverá ser realizada na data de hoje, dia 15, às 17h. Também foi falado sobre o termo de acordo interno, assinado na tarde do dia 14 de julho, entre reitoria da UFSM com o CLG da ASSUFSM. Outro informe foi em relação a Assembleia de Filiados(as) da ASSUFSM que será no dia 16 de julho, com primeira chamada às 13h30 e segunda chamada às 14h, no Auditório do prédio 74C, no CCSH, para reforma estatutária do sindicato junto à receita federal. Também foi falado sobre as inscrições abertas para ser escolhido os nomes da comissão do GT RSC da PROGEP, até hoje (veja aqui). Por fim, foi realizado o chamado para o GT Assuntos de Aposentadoria e Pensão da Assufsm, que, ao final da greve, retorna todas as primeiras quartas-feiras de cada mês, na Antiga Reitoria.
No início da Assembleia de greve foi lido o informe de direção 9, que a FASUBRA lançou no dia 13 de julho (veja aqui) e o termo de acordo interno de greve do CLG da ASSUFSM com a Reitoria da UFSM (veja aqui).
Por fim, encaminhamentos foram realizados: por ampla maioria de votos, o quórum da Assembleia decidiu pelo encerramento da greve de 2026 e retorno às atividades no dia 16 de julho. Além disso, também encaminhou-se a realização de Assembleias temáticas nos setores, sobre o RSC, para tira dúvidas da categoria, bem como se realize Assembleias nos Campi de Palmeira das MIssões, Cachoeira do Sul e Frederico Westphalen, sobre o mesmo tema; e que a direção da Assufsm se comprometa a cobrar o cumprimento do acordo interno de greve com a gestão da UFSM.
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